sábado, 28 de fevereiro de 2009

Jesus Conosco

Dedica uma das sete noites da semana ao culto evangélico no lar, a fim de que Jesus possa pernoitar em tua casa. Prepara a mesa, coloca água pura, abre o Evangelho, distende os braços de fé, enlaça a família e ora: Jesus virá em visita.
Quando o lar se converte em santuário, o crime se recolhe ao museu.
Quando a família ora, Jesus se demora em casa.
Quando os corações se unem nos liames da fé, o equilíbrio distende benção de consolo e a saúde derrama licor de paz no imo de todos.
Não aguardes que o mundo te leve a certeza do bem invariável. Distende de tua casa cristã, a luz do Evangelho para o mundo atormentado.
Quando uma família ora numa rua, reunida nas blandícias do Evangelho, toda a rua recebe o benefício da comunhão do alto.
Se alguém, num edifício de apartamentos, alça aos céus a prece da comunhão em família, todo o edifício se benificiará, porque a oração coletiva é como uma lâmpada na ventania. Se feita no lar, é luz defendida contra o vendaval.
Soprem as tormentas, caiam os granizos, batam os ventos; a luz continuará brilhando.
Não te afastes da linha direcional do Evangelho, entre os teus familiares.
Continua orando fiel, estudando com teus filhos e com aqueles a quem amas as diretrizes do Mestre e, quando possível, debate os problemas que te afligem à luz clara da mensagem da Boa Nova e examina as dificuldades que te perturbam ante a inspiração consoladora do Cristo.
Não demande à rua nessa noite, senão para inevitáveis deveres que não possam adiar. Demora-te no lar para que o Divino Hóspede aí também se possa demorar.
E, quando as luzes se apagarem, à hora do repouso, ora mais uma vez, comungando com Ele, como Ele procura fazer com todos nós, a fim de que, ligados nós todos, possamos, em casa, uma vez por semana, em sete noites, ter Jesus conosco.

Joanna De Ângelis psicografado por Divaldo Pereira Franco.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

CRISES


O momento é de prova ?
Ergue-te e aceita a vida.
Não te queixes, trabalha.
Nem te desculpes, ora.
O serviço no bem
É paz no esquecimento.
Ante as crises que encontres,
Faze o melhor que possas.
Nas árvores podadas,
Deus multiplica os frutos.
Ama, serve e não temas,
Deus agirá por ti.
.
.EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Do livro: Assim Vencerás
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

DEUS - Seus atributos


ATRIBUTOS DA DIVINDADE

10. Pode o homem compreender a natureza íntima de Deus?
“Não; falta-lhe para isso o sentido.”

11. Será dado um dia ao homem compreender o mistério da Divindade?
“Quando não mais tiver o espírito obscurecido pela matéria. Quando, pela sua perfeição, se houver aproximado de Deus, ele o verá e compreenderá.”

A inferioridade das faculdades do homem não lhe permite compreender a natureza íntima de Deus. Na infância da Humanidade, o homem O confunde muitas vezes com a criatura, cujas imperfeições lhe atribui; mas, à medida que nele se desenvolve o senso moral, seu pensamento penetra melhor no âmago das coisas; então, faz idéia mais justa da Divindade e, ainda que sempre incompleta, mais conforme à sã razão.

12. Embora não possamos compreender a natureza íntima de Deus, podemos formar idéia de algumas de Suas perfeições?
“De algumas, sim. O homem as compreende melhor à proporção que se eleva acima da matéria. Entrevê-as pelo pensamento.”

13. Quando dizemos que Deus é eterno, infinito, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom, temos idéia completa de Seus atributos?
“Do vosso ponto de vista, sim, porque credes abranger tudo. Sabei, porém, que há coisas que estão acima da inteligência do homem mais inteligente, as quais a vossa linguagem, restrita às vossas idéias e sensações, não tem meios de exprimir. A razão, com efeito, vos diz que Deus deve possuir em grau supremo essas perfeições, porquanto, se uma Lhe faltasse, ou não fosse infinita, já Ele não seria superior a tudo, não seria, por conseguinte, Deus. Para estar acima de todas as coisas, Deus tem que se achar isento de qualquer vicissitude e de qualquer das imperfeições que a imaginação possa conceber.”

Deus é eterno. Se tivesse tido princípio, teria saído do nada, ou, então, também teria sido criado, por um ser anterior. É assim que, de degrau em degrau, remontamos ao infinito e à eternidade.
É imutável. Se estivesse sujeito a mudanças, as leis que regem o Universo nenhuma estabilidade teriam.
É imaterial. Quer isto dizer que a sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria. De outro modo, ele não seria imutável, porque estaria sujeito às transformações da matéria.
É único. Se muitos Deuses houvesse, não haveria unidade de vistas, nem unidade de poder na ordenação do Universo.
É onipotente. Ele o é, porque é único. Se não dispusesse do soberano poder, algo haveria mais poderoso ou tão poderoso quanto ele, que então não teria feito todas as coisas. As que não houvesse feito seriam obra de outro Deus.
É soberanamente justo e bom. A sabedoria providencial das leis divinas se revela, assim nas mais pequeninas coisas, como nas maiores, e essa sabedoria não permite se duvide nem da justiça nem da bondade de Deus.